Feeds:
Posts
Comentários

Incubus

O íncubo, do latim incubus ou pesadelo, é um demônio masculino que segundo tradições mitológicas possui as mulheres enquanto estas dormem. Durante esses “encontros” o incubus assume uma aparencia atraente atraindo as mulheres que indefesas consentem com a posse do demonio que suga a energia de sua vítima, na maioria das vezes deixa-a morta ou quando despertam sentem-se extremamente cansadas e fracas, sendo que quase sempre não se lembram de nada.

 

 

 

 

 Dessas relações a mulher pode conceber um filho como na lenda de Merlim que em uma de suas versões é apresentado como filho de um desses incubus. Sua versão feminina é o sucubo. Ao contrário dos outros demônios o incubus não responde a nenhuma referencia religiosa sendo imune ao exorcismo, cruzes, água benta e etc.

Uma das lendas mais antigas é uma lenda mesopotâmica de 2400 aC. sobre o herói Gilgamesh considerado dois terço deus um terço homem por ser filho de Lilu uma criatura que pertuba e seduz mulheres durante o sono. Sua correspondente ferminina é Lilitu que aparece aos homens também em sonho. Histórias desse tipo aparece em diversas culturas ao redor do mundo.

 

 

 

Quem no Brasil já não ouviu uma lenda típica dos estados do norte em que um homem belo e atraente seduz belas jovens à noite, atraindo-as para o rio. Acredita-se ser ele o responsável por desaparecimentos e gravidez indesejada, segundo a lenda ele nunca pode ser visto à luz do dia, porque, durante o dia, se transforma em um boto e à noite usa um chapéu para esconder uma fenda no topo da cabeça por onde respira.

 Na Hungria, um lidérc pode ser um amante satânico que voa à noite e aparece como uma luz ardente (um ignis fatuus) características também associadas ao vampiro.

 Na tradição cristã esse tema foi citado na obra A cidade de Deus de Santo Agostinho e mais tarde por São Thomás de Aquino. O primeiro afirma haver um boato geral, muitas vezes verificado por experiência própria, ou por pessoas confiáveis que ouviram a experiência dos outros e corroboram a veracidade desses encontros com esses seres comumente chamadas de incubi. Admitindo haver muitos ataques por incubus para que pudesse negar sua existencia. Entretanto as dúvidas sobre os demônios e os filhos destes perduraram. 800 anos depois São Tomás de Aquino declarava: “ainda alguns são ocasionalmente unigênito de demônios, se não da semente de tais demônios, nem de seus corpos assumidos, mas da semente de homens tomadas para o efeito, como quando o demônio primeiro assume a forma de uma mulher e, posteriormente, de um homem; assim como eles tomam as sementes de outras coisas para outros fins.”

Assim, tornou-se geralmente aceito que o incubus e succubus eram o demônio mesmo, mas capaz de alternar entre formas masculinas e femininas. Um súcubo seria capaz de dormir com um homem e coletar seu esperma e, em seguida, transformar-se em incubus e usar as sementes em mulheres. Seus descendentes seriam seres sobrenaturais em muitos casos, mesmo se o esperma e ovulo veio originalmente de seres humanos. Embora a crença em incubus bissexuais fosse aceita a maioria crer serem seres estritamente heterossexuais sendo que atacam a vítima masculina podendo até matá-lo já que são vistos como rivais. A descendência de meio-humanos dessa União é conhecida como um cambion.

 

 

 A mais famosa lenda do caso inclui Merlin, o famoso mago da lenda do rei Arthur. Mas isto é tema para um próximo poste.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes: várias entre elas a www.wikipedia.com

Lobisomem

Filho da Lua

Exatamente como o vampiro o mito do homem lobo aparece em diversas culturas. Um dos relatos mais antigos, que muitos citam como o primeiro mito de lobisomem, é o do rei da Arcádia Licaão. Este mito grego narra a história de um rei amaldiçoado pelo próprio Zeus por ter oferecido como oferenda a carne de uma criança, a maldição lançada pelo deus furioso foi a de que sempre que fosse tomado pela cólera Licaão se transformaria em um lobo. Em Roma havia a crença no Versipélio, na Rússia era o Óboroten, os povos nórdicos tinham o Hamtammr (seja lá como se pronuncia isso), o Volkodlák para os eslavos, Werwolf na Germânia, o famoso Loup-garou dos franceses, e o lobisomem na península ibérica e suas ex-colônias, onde deixaram a crença em tal criatura.

O Lobo Mal        

Na sua forma humana o lobisomem e o vampiro assemelhavam-se, segundo as lendas, principalmente européias, ambos possuíam sobrancelhas espessas que se união, orelhas levemente pontiagudas(coisa que o lobo mal aí do lado não tem, mais eu queria uma foto bonita) como o Drácula de Stoker, este também tinha unhas que mais pareciam garras e mãos peludas como os lobisomens. Como o vampiro o lobisomem é um ser noturno, por vezes denominado “filho da Lua”, entretanto não possuem a polidez do outro, é uma criatura mais selvagem, bestial, na maioria das vezes não conseguindo controlar seus instintos aguçados. Como é sabido, reza a lenda que nas noites de lua cheia, o ser amaldiçoado se transforma em uma criatura extremamente peluda meio homem meio lobo, em alguns relatos a transformação é total, surgindo na forma de um lobo de proporções exageradas sem qualquer traço do homem. Via de regra, em qualquer uma das formas que se apresentar é extremamente nocivo, rasgando a garganta das vítimas e devorando sua carne.        

A tranformação        

Para que um homem se transforme em lobisomem há diferentes crenças. Segundo algumas lendas européias um homem se transforma em lobisomem se for mordido por um lobo raivoso, se beber do mesmo regato que ele ou acônito, além da tradicional maldição tão em voga por aqueles tempos. Na Irlanda, por exemplo, diz-se que São Patrício teria amaldiçoado um clã inteiro a de sete em sete anos transformarem-se em lobisomens, devido sua falta de fé.

         Para eliminar tal criatura também existe uma variedade bem criativa. Além da já clássica bala de prata, de preferência extraída de um crucifixo. O loup-garou franco-canadiano tinha que encarar uma sessão de exorcismo onde o chamavam três vezes pelo nome de batismo. Já na França o método mais utilizado era quem tivesse coragem, extrair três gotas do bicho. Não sei se alguém conseguiu tal proeza, mas era o que se recomendava.
        O Lobisomem também faz sucesso do cinema A lenda do lobisomem já faz parte do folclore brasileiro, principalmente no interior. Segundo a crença nacional, quando uma mulher tem sete filhas e o oitavo filho é homem, esse último filho será um Lobisomem.
         Quando nasce à criança é pálida, magra e possuem as orelhas um pouco compridas. As formas de lobisomem aparecem a partir dos 13 anos de idade. Na primeira noite de terça ou sexta-feira após seu 13º aniversário, o garoto sai à noite e se transforma pela primeira vez em lobisomem uivando para a Lua, semelhante a um lobo. Assim, passa a ocorrer todas as noites de terça ou sexta-feira, além de um percurso que deve seguir: visitar sete partes da região, sete pátios de igreja, sete vilas e sete encruzilhadas. Por onde ele passa, açoita os cachorros e desliga todas as luzes que vê, além de uivar de forma aterrorizante ( quando será que ele arranja tempo para devorar alguém).

Quando está quase amanhecendo, o lobisomem volta a ser homem. Segundo o folclore, para findar a situação de lobisomem, é necessário que alguém bata bem forte em sua cabeça ( pois é). 

Cinema

  • Romasanta: filme espanhol de 2004, baseado na história real de Emanuel Romasanta, viajante que confessou o assassinato de treze pessoas em 1852, mas que foi absolvido ao alegar ser um lobisomem.
  • O coronel e o lobisomem: comédia nacional de 2005, baseada no livro homônimo de José Candido de Carvalho com Selton Mello, como o lobisomem.
  • Série Anjos da Noite: conta a história do confronto entre vampiros e lobisomens, ambos descendentes do primeiro imortal Alexander Corvinus.

 

 

 

 

 

Literatura

  • Metemorphoses de Publius Ovidius Naso (43 a.C – 17 d.C) no qual cita as transformações de homens em animais incluindo o rei Licaão em lobo. A obra influenciou William Shakespeare, John Milton, Dante Alighieri.
  • Satyricon, de Patronius. 
  • Chapeuzinho Vermelho dos contos de Perraul.
  • Volsungasaga, a saga alemã do lobisomem.
  • Cycle of the Werewolf  – Stephen King.

 Só para citar alguns.

 Deixe seus filmes e livros favoritos do gênero em seus comentários.

Fontes: www.wikipédia.com; www.mortesubita.com; entre outros.

Este é uma das criaturas mais fascinantes já concebida pela imginação humana. O que há no fundo dessa carverna sombria que chamamos alma, capaz de criar semelhante ser?

nosferatu aset sa

Histórias sobre vampiros são bastante antigas e aparecem na mitologia de muitos países, principalmente dos europeus e oriente médio, na mitologia da Suméria e Mesopotâmia, onde surge como filho de Lilith, se confundindo com Incubus.  Contudo as referências mais antigas a seres vampíricos vêm do Antigo Egipto, destacando-se nesta mitologia a sanguinária Sekhmet e o Khonsu do Pre-Dinástico, como é bem visível na tradição vampírica da Aset Ka onde os asetianos são tidos como os primeiros vampiros, segundo esta crença eles seriam descendentes de Aset, divindade egipcia mais conhecida pelo nome grego Ísis.

477PX-~1

O vampiro tema vampírico se tornou  bastante comum na literatura graças, principalmente aos escritores românticos do século XIX, com destaque para o vampiro Drácula do romance homônimo de Bran Stoker. Atualmente na literatura existem tantas versões deste mito quanto existem usos desse conceito. Segundo a lenda, vampiro é um ente mitológico que se alimenta de sangue (preferencialmente humano) para sobreviver, que não pode se expor à luz solar, pode se transformar em morcego e  posto em torpor temporário por uma estaca no coração. Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais daninhos e noturnos, podem desaparecer numa névoa e possuem um poder de sedução muito forte. Formas de combatê-los incluiriam o uso de objetos com valor sagrado tais como hóstia consagrada, rosários, metais consagrados, alhos, água benta, etc.

Uma tentativa ciêntifica para o mito do vampiro e também do lobisomem, está numa doença genética a porfiria,  já que os  portadores apresentam sitomas parecidos com o comportamento dessas criaturas, como hipersensibidade à luz, anemia, a pele clara (como o vampiro clássico); há ainda os rumores de que durante crises, essas pessoas cometeriam carnibalismo, ou que ingeriam sangue, como como um remédio para suprir a carência de enzimas.

Vampiros mundo afora

imagesCAY26M16  LILITH

Mesopotâmia, ou vale entre rios, no caso o Tigre e o Eufrates, foi o berço de inúmeras civilizações: assírios, babilónicos, sumerianos, acadianos, entre outros. Esses povos tinham uma extensa mitologia e demonologia. O enfoque dado até hoje em inúmeros tratados sobre demónios nos faz lembrar os mesopotâmicos. Para eles, os seres demoníacos eram terríveis, poderosos e assustadores. Dentre todos, um demónio feminino terá vital importância para a vampirologia: Lilith.

A Grécia e a sua rica mitologia são um campo vasto para o estudo do fenômeno do vampirismo. As Lâmias, Empusas, Mormo e a própria Hécate são representantes clássicos desse fenómeno e suas histórias se perdem nos séculos.

A Lâmia é um ser vampírico dos mais antigos. Após a perda de seus filhos, Lâmia, uma bela mulher, foi tomada de ódio absoluto e vingou-se de toda a raça humana atacando crianças e sugando-lhes o sangue, história muito similar à de Lilith. Esse espectro feminino também se revestia de sedução. Quando as vítimas eram rapazes, o demónio aparecia como uma bela mulher. A história de Menippus é um bom exemplo.

O vampiro grego mais conhecido é o Vrykolakas. O termo é de origem eslava, era um morto-vivo. Tinha a aparência de quando estava vivo, e podia também entrar em corpos de animais ou assumir as suas formas. Por mais que os vampiros do leste europeu tenham uma fama enorme, a maioria dos casos de vampirismo ocorreu na Grécia.

Nelapsi

Na Eslováquia há o Nelapsi, um predador de gado e seres humanos, que pode trazer uma peste e dizimar populações inteiras. No distrito de Zemplin, os aldeões crêem que o vampiro tem dois corações e duas almas. As pesquisas sobre o Nelapsi foram feitas por Jan Mjartan em uma viagem ao campo em 1949, e os resultados foram publicados com o nome de Povery de Vampirskev Zempline.

Na Polônia Oriental, o nome mais comum para um vampiro era Upier ou Upior. Os mesmos nomes podem ser achados nos países vizinhos da Ucrânia e Bielorússia. O vampiro polaco mantém estreita semelhança com os vampiros das nações vizinhas.

Para os sérvios, um lobisomem em vida seria um vampiro na morte, e assim os dois são muito proximamente relacionados. Alguns distritos pensaram até mesmo que pessoas que comiam a carne de uma ovelha morta por um lobo poderiam se tornar vampiros depois de morrer. Porém, os eslavos mantinham bem distintos os dois termos, sendo vampiro o morto que retorna para atacar os vivos e lobisomem alguém que se transforma em lobo. Havia também o Mahr que, ao que tudo indica, era a alma de alguém que retornava em busca de sangue. Poderia atacar parentes ou não. O Mahr, que podia inclusive estar vivo, causaria obsessão. O modo de destruí-lo é similar ao de outros vampiros, achando sua toca e expondo-o à luz solar, e cravando uma estaca em seu coração. Na Bulgária, são chamados Morava; na Polônia, Mora.

Na África, o fenómeno do vampirismo está intimamente ligado à magia e à feitiçaria.

chiang-shih

A China é uma das possíveis pátrias dos vampiros. O mais importante nesse país é que os vampiros são encontrados há mais de 2600 anos, já que em 600 a.C. já havia relatos de vampiros em solo sino. Na China, um dos vampiros que mais nos chama a atenção é o chiang-shih, com unhas muito longas, cabelos brancos com tons de verde e olhos avermelhados. Esse vampiro podia voar, mas, como o grego, não atravessava água e deveria voltar à sepultura após suas actividades, como um morto-vivo.

O Mulo era a forma mais conhecida de vampiro cigano, um morto-vivo que atacava durante a noite e voltava ao amanhecer para sua sepultura. Como a maior parte de todos os vampiros ele era um ser etéreo. Podia assumir várias formas animais, e seus ataques dizimaram algumas famílias e inúmeras cabeças de gado. Alguns relatos sobre o Mulo mencionam as relações sexuais entre o Vampiro e sua esposa, ou amante, ainda viva. Essas relações poderiam ir das mais calmas às mais violentas, podendo gerar filhos dessas uniões, e eles eram vampirovic, vampiro filho, ou lampirovic, pequeno vampiro, em idioma sérvio-croata. Outro nome para o filho de um vampiro é dhampir. Para os sérvios, o Dhampir, filho do vampiro, tinha poderes especiais para detectar e destruir vampiros. Dessa forma, famílias que tinham sangue vampírico se tornaram caçadoras de vampiros. 

Na literatura vale destacar algumas obras, como o conteúdo é vasto alguns infelizmente não serão listados abaixo. Vamos lá:

  • Samuel Taylor Coleridge (Christabel, 1797/1800)
  • Lord Byron (The Giaour, 1813)
  • John Polidori (The Vampyre, 1819) É geralmente considerado o progenitor da literatura com vampiros. O conto foi escrito em Genebra, por ocasião de uma competição de contos de terror sugerida por Lord Byron.O livro de Polidori teve uma enorme influência em Bram Stoker.
  • Nikolai Gogol (Viy, 1836)
  • Fergus Hume (A Creature of the Night, 1891)
  • imagesCAUSYNTF
  • Bram Stoker (Drácula, 1897)
  • Anne Rice (Entrevista com vampiro, 1976; O Vampiro Lestat, 1985; A rainha dos condenados, 1988, entre outros )
  • Charlaine Harris (série que originou o seriado True Blood)

Televisão

spinoff-angel-buffy

  • Angel, assim como Buffy, é uma série riquíssima em substância. Foi concebida como uma metáfora para redenção e consciência moral, pois o vampiro Angel, depois de ter sua alma restaurada por uma maldição cigana (quando um membro foi assassinado por ele), passou a viver na angústia de seus horrendos atos do passado, buscando todo meio de se redimir, ajudando os indefesos.
  • thumbnail
  • True Blood, fala sobre a co-existência de vampiros e humanos em “Bon Temps”, uma pequena cidade fictícia localizada no Louisiana. A série é focada em Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer).
  • 2wrja5c
  • The Vampires Diares, série baseada nos livros de L.J. Smith, focada no triângulo amoroso envolvendo dois irmãos, Damon Salvatore e Stefan Salvatore, ambos vampiros, com a mortal Elena Gilbert.

Cinema

  • Entrevista com o Vampiro.
  • arrow-dracula2000
  • Drácula 2000 (A Trilogia) –  a trama começa quando o Drácula (Gerard Butler) retorna à vida e passa a buscar a mulher de sua vida, aquela que foi criada para ele.
  • Rainha dos Condenados (Queen of the Damned, 2002)Continuação do Clássico do cinema inspirado na obra de Anne Rice, Entrevista com o vampiro O vampiro Lestat reinventou a si mesmo e agora é uma grande estrela do rock contemporâneo nos Estados Unidos. Sua música acaba despertando Akasha, a rainha de todos os vampiros, cujo poder é tão grande que para combatê-la todos os vampiros da face da Terra precisarão se unir a fim de evitar sua própria extinção. Mas assim como a música de Lestat inspira Akasha, que deseja fazer dele seu rei, ela também faz com que Jesse, uma jovem fascinada pelo lado negro da vida, se apaixone por Lestat.
  • Anjos da Noite (Underworld, 2003)O filme conta a história da guerra sangrenta e milenar entre Vampiros e Lycans (lobisomens). A história é a missão de Selene, uma vampira, descobrir porque Michael, um humano, é perseguido pelos lycans. Quando Michael é transformado em lycan, a guerra, até então apagada pela suposta morte de Lucian, o senhor dos Lycans, é novamente travada. No decorrer da história, eles se apaixonam, e infrigem as regras de suas espécies, tornando Michel o primeiro híbrido (metade vampiro, metade lycan, mais forte que ambos) da história.
  • Deixa Ela Entrar (Let The Right One In, 2008)Oskar, um garoto introspectivo que sofre por brincadeiras de mal gosto por parte de seus colegas de escola, descobre o amor e a vingança quando conhece Eli, sua estranha vizinha. Com o tempo, Oskar ficará sabendo que Eli não é apenas uma garota comum, mas sim um vampira que torna-se sua amiga e passa a protegê-lo.
  • poster
  • Série Crepúsculo –  A história gira em torno de Isabella Swan (Bella), uma adolescente que se muda de Phonix para Forks, em Washington, e acaba apaixonando-se por Edward Cullen, um vampiro. os vampiros criados por Meyer são bem diferentes do estereótipo dos velhos vampiros, o que foi bastante criticado. Aqui eles não são mortos por alho ou crucifixo, tampouco morrem na luz do sol (eles, na verdade, brilham). São incrivelmente bonitos, morrem apenas esquartejados e em seguida queimados. Outra peculiaridade é que os vampiros que bebem sangue humano têm os olhos vermelho-vivos, enquanto os bons, como a família Cullen e o clã Denali, por beberem sangue animal, têm os olhos dourados.

Fontes: Portugalparanormal.com;

Fadas

Para falar de seres imaginários irei começar com o primeiro deles, a primeira criatura a surgir e penetrar em nosso inconciente, semente, trazida e plantada, na maioria das vezes, por nossas mães, ou a pessoa mais próxima, aquela que está ao pé da gente, pondo-nos para dormir, guiando-nos ao reino do sonhar, através de um comboio de narrativas fantásticas, denominadas contos de fadas e, é esta, uma das sombras mais remotas do inconciente coletivo: a fada.

O termo fada parece ter origem, Segundo Schoereder, no nome do latino fatum, que significa fado, destino. Daí a crença de que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas. Este termo que deu origem a denominação nas línguas românticas: faee, fee (francês), fada (português), hada (espanhol) e fata (italiano) têm a sua origem na palavra latina fatum (destino). No quarto século de nossa era, encontramos essas palavras usadas no plural feminino e equivalente a parcas (divindades relacionadas com o destino). É com esta idéia de trazer um destino que as fadas aparecem nos contos populares, como Bela Adormecida e Gata Borralheira (Cinderela). Assim, a palavra fada transita em uma espécie de região brumosa, envolta em mistério como os seres que ela designa.

fada madrinha

Essa criatura fabulosa chegou até nós sendo transmitido, geração após geração, pelos “contos de fadas’. Na maioria dessas narrativas as fadas são representadas como mulheres com asas de libélula as costas, bondosas, bonitas e realizando desejos, como os gênios do oriente, através de um estrumento mágico, a varinha de condão. Elas também podem ser vistas como as elfas de obras como as de J.R.R.tolkien que admitiu ter se inspirado nos mitos europeus, principalmente nórdicos.

Assim, dependendo da obra em que aparece ou da cultura em que se insere a fada pode ser retratada de diversas maneiras: como as criaturinhas pequenininhas e brilhantes das florestas, exemplo a “Sininho” do Peter Pan; uma mulher “normal” com uma varinha de cordão, exemplo: a fada madrinha de tantas estórias; ou seres não tão bondosos, como as sacedortisas de Avalon.

Há uma tradição em vários países como Portugal, Canadá, Estados Unidos e noutros países europeus, segundo a qual uma tal “Fada do Dente” viria à noite para trocar o “dente de leite”, colocado sob o travesseiro de uma criança, por uma moeda ou um pequeno presente. Esta crença parece remontar a uma antiga tradição viking de mais de mil anos atrás de trocar dentes de leite por presentes.  

O lugar preferido pelas fadas, são os montes. A palavra galesa para fada é sidhe, que significa povo das montanhas. À noite, no montes das fadas são vistos, muitas vezes, luzes cintilantes. Algumas vezes, nota-se sobre os montes uma procissão de fadas que se desloca de uma colina para outra. No topo dos montes das fadas, existe sempre um castelo visível apenas àqueles a quem as fadas, por razões especiais, permitem a visão. Quando as fadas desejam ocultar-se, por mais que se olhe, nada se verá sobre o monte. Não se pode, ainda que por descuido, invadir um local eleito pelas fadas para sua moradia. Aquele que, por exemplo, sem saber construir sua casa em um terreno habitado por fadas correrá grande risco, pois esses seres são capazes de mover as casas do lugar, derrubá-las e criar incríveis perturbações aos moradores incautos.

Assim, são fadas: seres da natureza, brincalhões, bondosos ou malévolos, mulheres lindas, fascinantes, idealizações do feminino positivo mas, antes de qualquer coisa, mitos. É esta dimensão mitológica que as torna tão arraigadas na mente humana e persistentes nas tradições dos mais diversos povos. Desse modo, não é de se estranhar, portanto, que os contos de fada, apesar de sua antiguidade, continuem a resistir e a se impor como um tipo de narrativa sempre contada.

Hoje podemos reconhecê-los, embora numa nova roupagem, mas preservando sua essencia, os contos de fadas nos cinema, games e nas histórias em quadrinhos. As fadas e demais seres mitologicos não morrem, porque são arquetípicos humanos, que por séculos foram se solidificando no inconsciente coletivo. As fadas, juntamente com os demais seres criados pela imaginação humana são tão necessárias a nossa existência quanto respirar, sem exagero, nossa imaginação cria-os, como aos deuses, para nosso equilíbrio psíquico. Os MITOS são reflexos de um mundo que não podemos ver, contenados a terceira dimensão que somos, mas que talvés nos recordamos de alguma maneira. Uma lembrança do criador, do verdadeiro mundo.

 Então a criatura sonha com o criador que não comprende e só vislumbra através da névoa de sua visão limitada de homem.

Primeiro

 prova2

Não sei como iniciar este blog. Pretendo sempre abordar temas relacionados ao universo fantástico da imaginação humana. A zona crepuscular. Isto engloba todo o universo das artes, haja vista, o fato de que toda criação artistica é uma forma ou um veículo para o ser humano expressar suas emoções e sonhos. A arte nasce no reino dos sonhos, por isso um dos maiores artistas da mitologia grega foi Órfeu, filho do rei do sonhar, Morpheu.

Aqui postarei tudo que envolve esse universo e seus seres imaginários.

Um dos meus escritores preferidos públicou dois títulos que abordam este universo, o Livro dos sonhos e o Livro dos seres imaginários. O que é o sonho? Qual a origem dos sonhos? Que macanismo da natureza humana, fez e faz, com que sonhamos e criamos seres tão fabulosos, mas ao mesmo tempo tão próximos a nós; como as sombras de Platão. Estariamos de alguma forma recordando o “mundo” de onde viemos? Que isto, estou filosofando! Este blog não é para isso, e sim, somente para falarmos sobre o universo concebido pelas assas da imaginação humana, ou não.

Quem pode afirmar que todas essas sombras não sejão reais? Talvez nós, pobre humanidade pressa em três dimensões, não consigamos ver nada além de imagens confusas e retorcidas.

Palavraseando uma dessas criações da incansável imginação humana: A verdade está lá fora! 

Hello world!

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!